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15 jun 2011

ANTPTV

15 junho, 2011 at 14:38 by tiagofoa

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21 fev 2011

Diretores de Cinema: Lars Von Trier

Lars

Lars Von Trier

Provavelmente você nunca viu nem ouviu falar de um dos filmes  mais criativos que já vi: DogVille. Possivelmente você nem irá gostar dele. Ele é longo (177 minutos) e parado. Mas para aqueles que curtem teatro, um roteiro com uma trama intrigante e têm paciência para ver um filme não-hoolywoodiano, essa é a melhor “película” a ser indicada.

Se fosse chutar a nacionalidade de Von Trier (esquerda), diria Sueca, Dinamarquesa ou Finlandesa! E é isso mesmo: Lars é Dinamarquês de Copenhague. Conhecido após fundar, junto ao Thomas Vintenberg, o Dogma 95, no qual discorrem sobre 10 regras para a produção de filmes:

  1. As filmagens devem ser feitas em locações. Não podem ser usados acessórios ou cenografia (se a trama requer um acessório particular, deve-se escolher um ambiente externo onde ele se encontre).
  2. O som não deve jamais ser produzido separadamente da imagem ou vice-versa. (A música não poderá ser utilizada a menos que ressoe no local onde se filma a cena).
  3. A câmera deve ser usada na mão. São consentidos todos os movimentos – ou a imobilidade – devidos aos movimentos do corpo. (O filme não deve ser feito onde a câmera está colocada; são as tomadas que devem desenvolver-se onde o filme tem lugar).
  4. O filme deve ser em cores. Não se aceita nenhuma iluminação especial. (Se há muito pouca luz, a cena deve ser cortada, ou então, pode-se colocar uma única lâmpada sobre a câmera).
  5. São proibidos os truques fotográficos e filtros.
  6. O filme não deve conter nenhuma ação “superficial”. (Homicídios, Armas, etc. não podem ocorrer).
  7. São vetados os deslocamentos temporais ou geográficos. (O filme se desenvolve em tempo real).
  8. São inaceitáveis os filmes de gênero.
  9. O filme final deve ser transferido para cópia em 35 mm, padrão, com formato de tela 4:3. Originalmente, o regulamento exigia que o filme deveria ser filmado em 35 mm, mas a regra foi abrandada para permitir a realização de produções de baixo orçamento.
  10. O nome do diretor não deve figurar nos créditos.

O curioso é que seu único filme que se utiliza desses padrões é “Os Idiotas”. Mas se vê inspiração dessa Escola em outros trabalhos de Lars, claro!

Voltando a Dogville, vemos com certa simplicidade de cenário, com certas marcações ao chão (foi filmado em um

Dogville

Dogville

galpão na Suécia). O filme apresenta claras influências daquela escola criada por ele mesmo: Dogma 95. Se vê claramente a intenção de valorizar a interpretação dos atores (que incluem nomes como Nicole Kidman e Paul Bettany) e do próprio teatro. O filme é dividido em 10 partes e se passa na cidade que dá nome ao filme. Vale a pena conhecer.

Atualmente Von Trier  trabalha num projeto pessoal em que roda 3 minutos de filme todos os dias em diferentes locais da europa! A previsão é de que esse filme seja lançado apenas em 2024, 33 anos após o início de sua elaboração. Estamos ansiosos para saber do resultado desse “documentário”, se é que podemos chamá-lo assim!

21 fevereiro, 2011 at 15:48 by tiagofoa

Tags: Dogma 95, Dogville, Lars Von Trier, Nicole Kidman
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21 fev 2011

“Galos: órgãos genitais, com vida própria”.

“Galos: órgãos genitais, com vida própria”.
Segundo Clifford Geertz, na sociedade balinesa, galos representam mais que simples animais.

Por João Tiago Foá Binsztajn

“Quando você encontra um balinês pela primeira vez, ele parece nem ligar a você; ele está ‘afastado’, segundo o termo que Gregory Bateson e Margareth Mead tornaram famoso”.

Isso faz parte do estudo antropológico: o famoso olhar, ouvir e escrever de Roberto Cardoso de Oliveira descrito em ”O trabalho do Antropólogo” está presente nessa nota sobre briga de galo balinesa. Nesse estudo, ao se aproximar da comunidade balinesa você apenas olha, mas não ouve até estabelecer a confiança dos Para entender a sociedade balinesa, é necessário entender a briga de galos, a qual está intimamente relacionada ao comportamento do povo de Bali. Mesmo assim, as brigas de galo são ilegais em Bali, a não ser em ocasiões especiais. Foi numa dessas ocasiões, quando Clifford Geertz precisou fugir junto com os balineses após uma invasão de policiais numa dessas brigas, que ele se mostrou incluso na comunidade, como integrante do grupo. Só então ele conseguiu estabelecer a confiança dos indivíduos do povo. A partir desse momento, Clifford Geertz passa também a ter espaço para ouvir. Para entender a referida sociedade, é preciso entender a briga de Clifford Geertz galos, que está intimamente relacionado ao comportamento dos seres de Bali.

O que torna a briga de galos balinesa absorvente não é o dinheiro das apostas em si, mas o que o dinheiro proporciona nessa situação: a migração da hierarquia de status balinesa para o corpo da briga de galos, segundo Goffman, um “banho de sangue de status”. Tal briga é praticamente um fato social aos homens de Bali, se levarmos em consideração que todos esses seres participam, direta ou indiretamente, da acepção das lutas. Podemos assim, estabelecer uma comparação: tal briga está para os Balineses, assim como o futebol está para os brasileiros. Os balineses olham para
essa “guerra”, muito mais sobre o aspecto monetário envolvido, apesar de este fazer movimentar o dinheiro, de fazê-los circular dentro desse grupo. Eles vêem tal fato como algo estratificador, se expressando com mais força sobre as relações. A briga, uma figura cultural contra um fundamento social, é ao mesmo tempo a apresentação do ódio do animal e uma guerra de status entre esse povo. Ela junta o orgulho à noção do eu, a noção do eu aos galos e os galos à destruição. Tais indivíduos vão às lutas de galos para saber como é triunfar ou como é atingir o nível mais baixo de triunfo; assim como quando assistimos Macbeth para aprender de que maneira um homem se sente após ganhar um reino, mas perder sua alma.

As sociedades, assim como as vidas desses povos, contêm suas próprias interpretações. É preciso apenas descobrir o acesso a elas e, nesse caso, um dos acessos seria a própria briga de galos que faz com que Clifford pudesse estabelecer a confiança desse povo e, assim, ouvir.
Os galos seriam expressões simbólicas ou ampliações da personalidade do seu proprietário e suas brigas, uma entidade sociológica, uma “reunião concentrada”, como queira Erving Goffman dizer. Nessa sociedade altamente imaterial, dinheiro importa, e é justamente porque importa, que quanto maior o risco, maior a quantidade de outras coisas que se arrisca, tais como o orgulho, pose, uma falta de paixão, masculinidade e, embora o risco seja momentâneo, ele é público.

Após olhar e o ouvir, Clifford Geertz escreve seu livro: “A interpretação das culturas: notas sobre a briga de galos balinesa” e diz que a briga de galo não é a palavra-chave para se conhecer o povo balinês, é apenas um texto. O conjunto de todos os textos desse povo se dá a cultura do mesmo, sendo a briga o meio de acesso para o referido ouvir, ao qual o antropólogo deve trabalhar.

Bateson e Mead sugeriram até, levando em conta a concepção balinesa do corpo como um conjunto de partes separadas animadas, que os galos eram vistos como pênis separados autofuncionáveis, órgãos genitais ambulantes, com vida própria. Pênis porque só os homens participam da briga de galo diretamente.

João Tiago Foá Binsztajn ingressou
em 2005 no curso de graduação em
Midialogia na Universidade estadual de
Campinas (Unicamp)

21 fevereiro, 2011 at 15:27 by tiagofoa

Tags: antropologia, Bali, Balineses, Clifforf Geertz
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16 fev 2011

‘Uma Viagem pessoal pelo Cinema Norte-americano’

‘Uma Viagem pessoal pelo Cinema Norte-americano’
Martin Scorcese
‘A câmera é o lápis de desenho do diretor’

Tudo começou quando Martin Scorcese foi convidado pelo British Film Institue de Londres para dirigir um documentário sobre o cinema norte-americano em 1995 para comemorar o centenário do cinema. O diretor realizou um filme pessoal, contando suas experiências de espectador e sua longa carreira de diretor, por isso, chamado de ‘uma viagem pessoal pelo cinema norte-

“A Personal Journey with Martin Scorsese through American movies”.

“A Personal Journey with Martin Scorsese through American movies”.

americano’ (“A Personal Journey with Martin Scorsese through American movies”).

No roteiro idealizado por Scorsese e seu colaborador M. H. Wilson, o protagonista é a figura do diretor, fosse como “contador de histórias” (no caso do faroeste, do filme de gângster e do musical), como “ilusionista” (lançando mão dos truques da técnica), burlando as ideologias dominantes à maneira de um “contrabandista” ou como “iconoclasta”, enfrentando toda Hollywood.
O filme conta com a presença de diversos realizadores. Entre eles: John Ford, Francis F. Coppola, Billy Wilder e Orson Welles e outros como Samuel Fuller, Kubrick, André Toth e John Cassavetes. Relata Porter, Griffith, além de diversos filmes e clipes. Este é um documentário pessoal e conta com os ideais e críticas do cineasta Martin Scorcese; mostra também sua imparcialidade,ao relatar as diversas visões de outros diretores. Afinal, segundo ele, para controlar o processo criativo, cada cineasta teve que desenvolver sua própria estratégia.
O filme foi divido em diversas partes: dilema do diretor, diretor como contador de histórias, diretor como ilusionista, diretor como contrabandista, diretor como iconoclasta. O diretor conta sobre sua vida, sobre Hollywood, sobre outros diretores, sobre os grandes estúdios e temas recorrentes ao cinema.
Scorcese relata que os filmes de Faroeste tinham grande densidade psicológica, até mesmo freudianos. ‘Durante décadas esse gênero de filme embelezou a realidade do Oeste para torná-la mais interessante’. Mas agora (a partir de meados de 1950) este estilo passou a questionar o modelo hollywoodiano de cinema e, apesar de passar por momentos difíceis, surgia algo inovador que o fazia reviver das cinzas e chamar a atenção do público.
Outro estilo que Scorcese chama nossa atenção são os filmes de gângsters, os quais exploravam a fascinação do público pela violência e pela ilegalidade. Ele analisa o gângster, dizendo que este se tornou um homem de negócios. A gangue foi substituída pela corporação anônima. Sendo o gângster, um presidente de conselho; e o crime, um meio de vida. O último estilo que o diretor analisa são os musicais. As canções eram concebidas para animar a trama e revelar os personagens. A partir de 1940 os musicais sofreram influências do pós-guerra, assim como os demais gêneros.
Segundo Scorcese, ‘o cinema é um meio de comunicação baseado no consenso. Nos velhos tempos o diretor lidava com manda-chuvas e grandes estúdios; hoje ele enfrenta executivos e corporações gigantescas. Mas existe uma regra que nunca mudou: cada decisão é modelada pela percepção que os homens têm daquilo que o público quer’.
O diretor não deve ser apenas um contador de histórias, deve conhecer a fundo o processo técnico, o funcionamento e tudo envolvido na produção de um filme. Um cineasta deve ser, além de tudo, um ilusionista pois, como bem falou King Vidor: ‘O cinema é o mais grandioso meio de expressão já inventado. Mas é uma ilusão mais poderosa que qualquer outra e por isso deveria estar nas mãos dos mágicos e feiticeiros que são capazes de lhe dar vida’. O diretor ainda fala, sem dar menos importância, dos contrabandistas, os quais seriam os que responsáveis pelos filmes “Tipo B”, de baixo orçamento e que seriam desvinculados da grande indústria cinematográfica por ter mais liberdade de criação, assim como os “iconoclastas”, que seriam os diretores de impacto, que trabalhando destruindo e criticando os grandes ícones do cinema.
‘O filme é uma doença (…) Quando infecta a corrente sanguínea de alguém, ele toma posse como o hormônio número um; comanda as enzimas, dirige a glândula pineal; age como lago com a sua psique. Assim como acontece com a heroína, o antídoto do filme é mais filme’. Alem de um fã de cinema, Martin é também um crítico dessa arte. Para todos
os doentes, um filme de grande importância e conhecimento. Nas melhores locadoras do país em DVD.
16 fevereiro, 2011 at 23:12 by tiagofoa

Tags: A Personal Journey with Martin Scorsese through American movies, Cinema, Matin Scorcese
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16 fev 2011

Diretores de Cinema: Francis Ford Coppolla


Francis Ford Coppolla

Francis Ford Coppolla

Não podia começar por outro diretor de cinema. Francis Ford Coppolla (à esquerda) foi simplesmente o diretor de um dos filmes que mais admiro da Indústria Cinematográfica Estadunidense: O Poderoso Chefão.

Coppola nasceu em Detroit em 7 de Abril de 1939 [mesmo ano que meu pai, José David Binsztajn]; seu pai era músico e compositor, sua mãe, atriz.

Francis estudou cinem na UCLA e lá começou sua carreira artística. Realizando diversos filmes de baixo orçamento durante a década de 60 e escrevendo roteiros. Depois de seu primeiro filme You’re a Big Boy now, Coppola recebe convite para dirigir um musical na Broadway chamado Finian’s rainbow. Na década de 70 roda seu grande sucesso: O Poderoso Chefão I (Godfather I) e Poderoso Chefão II (Godfather II), ganhando nos dois, o Óscar de melhor filme. Godfather III só seria lançado 20 anos depois, em 1990.

O Poderoso Chefão simplesmente marcou uma era de filmes sobre a Máfia Italiana. Com grandes nomes como Marlon Brando e Al Pacino, o filme dá show de interpretação e fotografia, retratando uma realidade desconhecida a muitos ao contar a história da Família Corleone. Muitos não sabem, mas Coppolla não era o primeiro cotado para dirigir o filme. A Paramount havia elegido

The Godfather

The Godfather

Sergio Leone, mas esse rejeitou para dirigir outra película. O segundo da lista era Peter Bogdanovich, que também rejeitou. O próprio Francis Coppola também havia recusado à primeira instância, acreditando que não deveria glorificar a máfia e a violência, o que mancharia a imagens de seus antepassados sicilianos. Os estúdios Paramount queriam um ítalo-americano para dirigir seu filme e acabou conseguindo convencer ao grande diretor a realizar um de seus maiores sucessos: The GodFather.

Algumas curiosidades: o filme foi rodado em 77 dias e teve participação de seu pai compondo músicas adicionais e fazendo figuração tocando piano; sua mãe também foi figurante; sua irmã interpretou Connie Corleone; Sofia Coppolla, sua filha e diretora, interpretou o filho recém-nascido de Connie e Carlo; seus filhos fizeram o papel dos filhos de Tom Hagen. [Só faltou o seu sobrinho Nicola Cage! rs]

O tiro que Moe Greene leva através do olho foi inspirad0 pela morte do gângster Bugsy Siegal. Para fazer o efeito os óculos do ator Alex Rocco tinham dois tubos escondidos nas armações. Um tinha sangue falso e o outro uma bala impulsiona por ar comprimido. Quando a arma foi disparada, o ar comprimido atirou a bala pelas lentes, quebrando-as por dentro. O outro tubo então soltou o sangue falso.

A cena do assassinato de McCluskey foi feita fazendo-se uma testa falsa e colocando-a no ator Stearling Hayden. Um buraco foi feito no centro, enchido com sangue falso, e cobert por próteses. Durante as filmagens um botão foi acionado e um buraco apareceu na cabeça de Hayden.

A cena de abertura do filme é um longo zoom saindo do rosto do personagem Bonosera e indo parar atrás de Vito Corleone. O zoom, que dura três minutos, foi feito com lentes controladas por computador criadas por Tony Karp.

Conversaremos mais sobre diretores de cinema nos próximos posts.

16 fevereiro, 2011 at 23:01 by tiagofoa

Tags: Cinema, Coppola, O Poderoso Chefão, The Godfather
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16 fev 2011

O Conceito de “nuvem” (Cloud Computing)

Apesar de não gostar do nome em português, o conceito é importante para entendermos o que anda acontecendo no “mundo dos computadores”.

Acredito e muitos crêem que no futuro não necessitaremos de muito espaço físico (HD) em nossos computadores! Isso porque cada vez mais está presente em nossas vidas o conceito de “nuvem”. Mas o que significa isso?

Com certeza você já leu seu email pessoal de dentro da faculdade ou até mesmo pelo seu celular, correto? Caso você seja um pouco mais curioso, já deve ter ouvido falar no Grooveshark (permite a organização de playlists de músicas mesmo que você não as tenha no seu computador), no googledocs (planilhas editáveis na web) e no Picasa (fotos na web). Na verdade você já é usuário dessa tecnologia e nunca parou para pensar como funciona!

A Cloud Computing é basicamente utilizar a maioria das ferramentas online, necessitando de computadores cada vez menos potentes. E Possibilitar assim o tráfego de informações cada vez mais acessível de qualquer local com acesso à internet.

O Google mesmo aposta muito nesse conceito que está surgindo (e não é novo para àqueles aficcionados por tecnologia) e chegou a iniciar um projeto ambicioso chamado GoogleWave. O qual trataria exatamente dessa nova forma de pensar: Docs, Bate-papo, email. Tudo online e acessível de qualquer lugar. O GoogleWave foi lançado com a intenção, bem ambiciosa, de extinguir o email. Porém o projeto foi abandonado em meados de 2010 alegando fatores de baixa receptividade dos usuários, mas dizendo que a idéia poderia ser utilizada em outros projetos. Triste!

Possivelmente você já deve ter ouvido falar de Streaming. O Fluxo de mídia (traduzindo para o português) utiliza exatamente esse conceito discorrido acima: As informações de mídia não são arquivadas pelo seu usuário. A mídia é constantemente reproduzida a medida que você visualiza o arquivo. Esse Protocolo está cada vez mais presente no mundo virtual. E se prepare para grandes mudanças no seu modo de viver, relacionar e pensar!

Confira nos próximos post algo mais detalhado sobre Streamings em wmv, flash e quicktime e suas principais diferenças.

16 fevereiro, 2011 at 10:58 by tiagofoa

Tags: Cloud Computing, Nuvem, streaming
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7 fev 2011

O Futuro da tecnologia

Sim, descobri que sou apaixonado por tecnologia!

Muitas vezes me pego lendo sobre as novidades da Apple, lendo matérias do OlharDigital e vasculhando vídeos no youtube sobre novidades que em breve estarão no mercado.

Posso estar errado [e provavelmente estarei pois muita coisa muda em apenas alguns dias quando se fala em tecnologia], mas acho que o futuro está nas mídias móveis de mão, ou seja, celulares. Quem imaginaria há 10 anos atrás que poderíamos ver email de praticamente qualquer lugar do mundo? Que poderíamos tirar fotos e mandá-las para algum amigo em segundos? Que poderíamos fazer uma rota no GPS em uma cidade que nunca fomos? Na verdade, o celular me parece que está abandonando sua principal função: a de fazer chamadas de voz!

E isso é apenas o começo! Parece que vivemos uma espécie de Renascimento. Pagam por tecnologia, e muito! O que estará por vir? Já ouvi falar de carros que dirigem sozinhos via sensores e GPS! Incrível, não? Será que inventarão algo mais revolucionário que o próprio “telefone de bolso”. Se preparem para o que estará por vir!

E por que isso? Por que evoluir tanto em tão pouco tempo? A resposta pode vir do sistema em que vivemos: o capitalismo! A necessidade do consumo é indiscutível! Isso move o sistema! Tudo é descartável e se torna obsoleto em apenas alguns anos! E bem poucos eu diria! Vai me dizer que não está pensando em trocar seu computador que você comprou há apenas 2 anos? Que aquele seu celular que você adquiriu no início do ano passado já não te agrada tanto como antes? É fato, a tecnologia é descartável! E nisso entramos em outro tema que, quem sabe, poderemos discutir numa outra ocasião: o lixo tecnológico!

Isso é apenas o começo!

Nos vemos na próxima publicação!

7 fevereiro, 2011 at 11:50 by tiagofoa

Tags: apple, capitalismo, celular, lixo tecnológico, olhadigital, Tecnologia, tiagofoa
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6 fev 2011

Sejam Bem-vindos

Boa noite amigos,

Hoje, 6 de Fevereiro de 2011, resolvi aderir à moda Blog.

Sempre quis fazer algo mais autoral [acho que é o sonho de qualquer adolescente em formação!] e há algumas horas,  quando conheci a Natália Cristina Borges, tudo isso aflorou novamente em mim [digo novamente pois iniciei tudo isso no meu site e vi que fazer algo pra você às vezes não é tão fácil quanto se imagina].

Aqui tentarei expressar meus sentimentos, meus pensamentos e trabalhos! Já que sou um Midiálogo [aquele ser formado em Midialogia] em crise, nada melhor do que tentar fazer aquilo que gosta e num meio social, não é mesmo?

Espero que gostem [e eu também] de tudo que tentarei falar por aqui!

Um grande abraço a todos!

Tiago Foá

6 fevereiro, 2011 at 22:53 by tiagofoa

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6 fev 2011

Poesia

Ainda me lembro de quando minha professora simplesmente achou que eu tinha o dom de escrever: grande ilusão dela! hahah

Essa foi a poesia que a fez pensar nesse dom inexistente [simplesmente a guardei na minha memória falha]:

“O vento sopra lentamente

e a morte se aproxima em minha mente

O último seria calmamente

num ritmo íntimo de minha mente mente”

6 fevereiro, 2011 at 21:48 by tiagofoa

Tags: escola, poesia
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